quarta-feira, 17 de junho de 2015

Como preparar: pele + sobrancelha.

Oi pessoaaaaaaas....

Hoje trago pra vocês um video onde mostro como preparo a minha pele e minha sobrancelha! Sei que tem muita gente que fica se perguntando como fazer uma pele legal, que não fique oleosa e que não mostre alguma marca ou espinha, e sei também que tem alguém ai se perguntando como preencher sua sobrancelha sem ficar parecendo que tem duas taturanas no meio da testa, não é mesmo? (Não que tenha acontecido comigo, claro que não, sabe? risos... risos... risos).

E bom, como pretendo trazer várias maquiagem aqui para o blog, pensei: por que não fazer um video mostrando só a pele, que ai não precisarei fazê-la nos outros vídeos, deixando-os mais curtos, e aproveito e ajudo essas pessoinhas que tem suas dúvidas e dificuldades?
Foi dai que o video de hoje nasceu! 

Vem ver =)



Produtos usados:

  • Primer The POREfessional - Benefit
  • Base Fit Me (matte + poreless) - Maybelline 
  • Corretivo Dream Lumi Touché - Maybelline
  • Pó True Match Minéral - L'oreal
  • Duo para sobrancelhas - Elf

Espero muito que tenham gostado! Me digam o que acharam e qualquer dúvida, me procure nas minhas redes sociais no lado direito do blog ou comente aqui embaixo!

Beijinhos de luz...




segunda-feira, 15 de junho de 2015

Resenha: Sabonete e hidratante facial Cetaphil

Oi pessoas...

Como sempre, tenho que pedir desculpas pelo sumiço... é que eu estava pesquisando alguns assuntos novos que passarei a falar aqui. Me perdoem, please! 

Bom, hoje vou falar sobre uma coisa diferente do que estou acostumada a falar aqui no blog. Como eu disse no video do último post (se você ainda não viu, clica AQUI, é a resenha do livro Na Ilha, da Tracey Garves Gravis), vou começar a falar sobre outras coisas, como beleza! E esse é exatamente o assunto do post de hoje. E pra começar com o pé direito, vou falar de dois produtos para o rosto que eu AMO com A de AMOR mesmo: o sabonete e o hidratante facial da Cetaphil!


Vamos começar pelo sabonete.


Eu já uso esse sabonete a um tempinho. É o "Daily Facial Cleanser" e é simplesmente INCRÍVEL para pele oleosa / mista, mas também pode ser usado por pessoas com pele normal, como diz na embalagem (também tem o "Gentle Skin Cleanser", que um dia minha mãe se confundiu e comprou esse ao invés do Daily Facial e eu e minha irmã, que também usou, não gostamos... ele não um sabonete, é como se fosse um gel. Mas depende de pessoa pra pessoa. Você pode gostar desse, então teste primeiro!)

O Daily Facial deixa sua pele sequinha e hidratada ao mesmo tempo! É uma sensação maravilhosa, por que você sente sua pele com oleosidade 0, porém não é como se tivesse seca esturricada (sabem o que to dizendo?), é como se fosse uma seda! Adoro!

No Brasil você pode encontrá-lo em várias farmácias, como a PagueMenos, com o nome "Sabonete Líquido - Para pele oleosa", por R$89,69 o pote de 300ml (se preferir, compre pelo site da loja clicando AQUI).

Já nos EUA, você encontra em todas as farmácias e super-mercados, como no Walgreens, por $10,99 (podendo também comprar pelo site da farmácia clicando AQUI) ou também comprar pelo site da Cetaphil pelo mesmo preço clicando AQUI (acho que quem mora no Brasil também pode comprar por esse site).

Agora vamos ao hidratante.


No inverno que se passou, minha pele ficou MUITO RESSECADA, até por que eu nunca tinha passado tanto frio na minha vida, não é mesmoEu sentia minha pele como se tivesse travada! Era uma sensação terrível! E além disso, ela tava começando a descascar! Incomodava muito e pra passar maquiagem era horrível! Por isso fui atrás de um hidratante facial. Pra falar a verdade, nunca fui de usar essas coisas, mas depois do que passei, ele virou meu melhor amigo.

Enfim, lá fomos eu e minha mãe atrás de um hidratante que não deixasse minha pelo oleosa, já que eu também tenho alguns probleminhas com acne. E nessa nossa busca, achamos esse baby! O Daily Facial Moisturizer (ou Hidratante Facial Diário no Brasil), é simplesmente INCRÍVEL! E quando você usa a duplinha sabonete + hidratante fica ainda melhor! 

Ele deixa sua pele SUPER HIDRATADA, mas não oleosa! É incrível, nem sei como explicar! Depois de mais ou menos 1 minutinho que você passa o produto, ele seca, deixando sua pele parecendo uma manta de pelinhos, daquelas bem gostosas de ficar passando a mão, sabeAlém de ter SPF 15 (o meu, no caso! Já vi uns que tem SPF 50!), o que é um plus pra você que, assim como eu, não usa / gosta de usar protetor solar. E ah, ele é sem perfume, então previne que você tenha alergia e/ou fique agoniado com o cheiro forte (como eu hehe). 

No Brasil, assim como o sabonete, você o encontra em várias farmácias, como na FarmaDelivery, uma farrmácia online, por R$71,99 clicando AQUI).

Já nos EUA, também como o sabonete, você o encontra em farmácias e mercados, como no Walgreens, por $13,99 (compre online clicando AQUI) ou no próprio site da Cetaphil por $16,99 clicando AQUI.

E é isso pessoas, espero muito que vocês tenham gostado dessa resenha e me falem se curtiram a abordagem desse novo assunto aqui no OAS. 

Beijinhos de luz,


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Resenha: Na Ilha - Tracey Garvis Graves

Oi oi gente!!!

Bom, hoje venho com uma novidade aqui do blog! Agora eu passarei a fazer as resenhas de livro por video! Ainda continuarei a fazer as de série escritas e a Larissa também continuará a fazer as suas do mesmo modo. E como disse no video de hoje, eu começarei a falar sobre outros assuntos aqui no blog, como maquiagem, cabelo, enfim... esse mundo feminino! 

Mas vamos para a resenha de hoje, que é sobre o livro Na Ilha, da Tracey Garvis Graves, Editora Intrínseca. 


- Para baixar o livro, clique AQUI (redireciona para o Minhateca)
- Para comprar o livro, clique nos links: SARAIVA (ele tá em promoção! 20% off no livro normal e 10% off no digital! Aproveitem!) SUBMARINO (tá bem baratinho no submarino! Menos de R$10! Corre!)

Ah! Tenho mais uma coisinha pra falar pra vocês! Agora vocês podem me achar la no snapchat também! Meu username é naathmendonca e eu estou postando diariamente coisas sobre meu dia-a-dia aqui nos EUA! 

E é isso... espero MUITO que tenham gostado dessa pequena mudança aqui no blog! 
Beijinhos de luz...


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Novidades - A Seleção.

Oioi gente!

Hoje trago duas novidades para os amantes da série de livros "A Seleção". 

A Editora Seguinte liberou o primeiro capítulo do quarto livro da série, "A Herdeira", e quase surtei quando li pois eu super me animei e quando vi... acabou. Partiu o coração, sabe... Maaaaas, não vamos nos desesperar por quê o livro estará nas lojas no dia 5 de maio, ou seja, daqui a pouquinho! 

Vamos à capa, sinopse e capítulo.



Sinopse: Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os 35 pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente. Mas, assim que a competição começa, a situação muda de figura. E Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.

Capítulo 1:

Nunca consegui prender a respiração por sete minutos. Nem sequer por um. Uma vez tentei correr um quilômetro e meio em sete minutos depois de descobrir que alguns atletas faziam isso em quatro, mas fracassei espetacularmente quando pontadas na lateral do abdome me deixaram exausta no meio do percurso.
Contudo, há uma coisa que consegui fazer em sete minutos que a maioria das pessoas consideraria bem impressionante: me tornar rainha.
Por ínfimos sete minutos cheguei ao mundo antes do meu irmão, Ahren, e o trono que deveria ser dele passou a ser meu. Se eu tivesse nascido uma geração antes, esse detalhe não teria feito diferença. Ahren era homem; Ahren seria o herdeiro.
Ora, minha mãe e meu pai não suportariam ver sua primogênita perder o título por causa de um inoportuno, ainda que agradável, par de peitos. Então eles mudaram a lei, e o povo se alegrou, e fui preparada dia após dia para me tornar a próxima governante de Illéa.
O que eles não entendiam era que aquelas tentativas de tornar minha vida justa pareciam bem injustas para mim.
Eu tentava não reclamar. Afinal, tinha consciência de que era muito sortuda. Mas havia dias, às vezes meses, em que eu sentia um enorme peso nas costas. Peso demais para qualquer pessoa suportar sozinha, na verdade.
Folheei o jornal e vi que outra rebelião havia ocorrido, dessa vez em Zuni. Vinte anos atrás, o primeiro ato de meu pai como rei foi dissolver as castas, e o velho sistema se desfez aos poucos, ao longo da minha vida. Eu ainda achava totalmente bizarro que no passado as pessoas vivessem marcadas por esses rótulos restritivos e arbitrários. Minha mãe era Cinco, meu pai, Um. Não fazia sentido, até porque não havia nenhum sinal externo dessas divisões. Como eu ia saber se estava ao lado de um Seis ou de um Três? Aliás, por que isso importava?
Logo que o fim das castas foi decretado, houve comemorações por todo o país. Meu pai esperava que as mudanças já estivessem bem consolidadas depois de uma geração. Ou seja: a essa altura, as coisas deveriam se acertar de vez.
Não era o que estava acontecendo, e essa nova rebelião era a mais recente de uma série de revoltas.
— Café, Alteza? — perguntou Neena ao deixar a bebida sobre a minha mesa.
— Obrigada. Pode levar os pratos.
Corri os olhos pelo artigo. Dessa vez, incendiaram um restaurante porque o proprietário não queria promover um garçom a chef de cozinha. O garçom alegava que a promoção havia sido prometida mas nunca efetivada, e tinha certeza de que era por causa do passado de sua família.
Vendo os restos carbonizados do prédio, eu sinceramente não sabia de que lado ficar. O proprietário tinha o direito de promover ou demitir quem quisesse, e o garçom tinha o direito de não ser marcado com um rótulo que, teoricamente, já não existia.
Deixei o jornal de lado e peguei minha bebida. Meu pai ia ficar irritado. Eu tinha certeza de que ele já devia ter pensado e repensado mil estratégias para tentar amenizar a situação. Mas, mesmo que conseguíssemos resolver alguns problemas, éramos incapazes de evitar cada um dos casos de discriminação pós-castas. Eram numerosos, muito frequentes e difíceis de monitorar.
Pus o café na mesa e fui em direção ao closet. Já estava na hora de começar o dia.
— Neena? — chamei. — Você sabe onde está o vestido cor de ameixa? Aquele com a faixa?
Ela apertou os olhos, concentrada, e veio ajudar.
Neena era relativamente nova no palácio. Começara a trabalhar comigo seis meses antes, quando a criada anterior ficou duas semanas de cama. Neena era tão atenta às minhas necessidades e tão boa companhia que a mantive. Também gostava muito de seu olho para moda.
Neena arregalou os olhos diante daquele espaço imenso.
— Talvez devêssemos reorganizar isso aqui.
— Pode reorganizar, se tiver tempo. Mas não é um projeto que me interessa.
— Não quando posso procurar as roupas para a senhorita, não é? — ela provocou.
— Exatamente!
Ela levou na brincadeira e, rindo, começou a vasculhar entre vestidos e calças.
— Gostei do seu cabelo hoje — comentei.
— Obrigada.
Todas as criadas usavam touca, mas mesmo assim Neena era muito criativa com seus penteados. De vez em quando, cachos grossos e escuros emolduravam seu rosto; outras vezes, enrolava as mechas num coque. Naquele dia, tranças largas rodeavam sua cabeça enquanto o resto do cabelo estava coberto. Eu gostava muito de ver que ela inventava maneiras diferentes de usar o uniforme, personalizando-o todos os dias.
— Ah! Está aqui atrás! — exclamou Neena, puxando o vestido longuete e estirando-o sobre a pele escura de seu braço.
— Perfeito! E você sabe onde está meu blazer cinza? Aquele de mangas três quartos?
Ela me olhou impassível.
— Com certeza vou reorganizar isso aqui.
— Você procura, eu me visto — falei, rindo.
Pus a roupa e penteei o cabelo, me preparando para mais um dia como o futuro rosto da monarquia. A combinação era feminina o bastante para conferir um ar de suavidade, mas também forte o bastante para que eu fosse levada a sério. Era um bom estilo a seguir, e eu o seguia diariamente.
Olhei para o espelho e disse para meu reflexo:
— Você é Eadlyn Schreave. Será a próxima pessoa a governar este país e a primeira garota a fazer isso sozinha. Nenhuma pessoa — prossegui — é tão poderosa quanto você.


Meu pai já estava no escritório com a testa franzida enquanto lia as notícias. Exceto pelos olhos, eu não era muito parecida com ele. Aliás, nem com a minha mãe.
Com o cabelo escuro, o rosto oval e a pele com um leve bronzeado que durava o ano todo, eu parecia mais com a minha avó do que com qualquer outra pessoa. No corredor do quarto andar havia uma pintura dela no dia de sua coroação. Eu costumava analisá-la quando era mais nova para tentar adivinhar como seria quando crescesse. A idade dela no retrato era próxima da minha agora e, embora não fôssemos idênticas, às vezes eu tinha a sensação de ser seu reflexo.
Cruzei a sala e beijei meu pai na bochecha.
— Bom dia.
— Bom dia. Você viu os jornais? — ele perguntou.
— Sim. Pelo menos ninguém morreu desta vez.
— Graças aos céus.
As piores revoltas eram as que resultavam em mortes ou desaparecimentos. Era terrível descobrir que rapazes foram espancados só porque se mudaram com a família para um bairro melhor, ou que mulheres foram atacadas por tentar conseguir um emprego que, no passado, era proibido para elas.
Às vezes, o motivo e as pessoas por trás desses crimes eram descobertos rapidamente, mas quase sempre havia muitas trocas de acusação e nenhuma resolução definitiva. Eu ficava exausta só de ouvir e sabia que era ainda pior para meu pai.
— Não entendo — ele disse ao tirar os óculos de leitura e esfregar os olhos. — Eles não queriam mais as castas. Nós fomos com calma, eliminamos as divisões devagar para todos conseguirem se adaptar. E agora eles queimam prédios.
— Há algum jeito de regulamentar isso? Podemos criar uma comissão para supervisionar as reclamações.
Voltei a observar a foto no jornal. No canto da imagem, o jovem filho do dono do restaurante chorava a perda de tudo. Sinceramente, eu sabia que as reclamações chegariam tão rápido que ninguém seria capaz de atendê-las, mas também sabia que meu pai não suportaria ficar de braços cruzados.
— É isso que você faria? — ele perguntou, olhando para mim.
— Não — respondi com um sorriso. — Eu perguntaria ao meu pai o que ele faria.
Ele suspirou.
— Nem sempre você terá essa opção, Eadlyn. Você precisa ser forte, decidida. Como você resolveria este incidente em particular?
Pensei um pouco antes de responder.
— Não acho que seja possível resolver essa situação. Não há meio de provar que foram as velhas castas que impediram a promoção do garçom. A única coisa que podemos fazer é abrir uma investigação para descobrir quem iniciou o incêndio. Uma família perdeu seu sustento hoje, e alguém deve ser responsabilizado. Não é com incêndios que se faz justiça.
Ele balançou a cabeça e pousou os olhos no jornal novamente.
— Acho que você está certa. Gostaria de poder ajudá-los. Mas, acima de tudo, precisamos pensar em como evitar que aconteça novamente. A situação já saiu do controle, Eadlyn, e isso é assustador.
Meu pai atirou o jornal no lixo e levantou, caminhando até a janela. Por sua postura, dava para perceber que estava tenso. Às vezes, sua função lhe trazia muita alegria, como quando visitava escolas cujas condições trabalhara sem descanso para melhorar ou quando via o florescimento de comunidades naquele tempo livre de guerras que havia inaugurado. Mas essas ocasiões se tornavam cada vez mais raras e escassas. Ele passava a maioria dos dias angustiado com a situação do país, fingindo sorrisos para os jornalistas, na esperança de que sua postura calma contagiasse a todos. Minha mãe o ajudava a carregar o fardo, mas no fim das contas o destino do país recaía única e exclusivamente nas suas costas. Um dia, estaria nas minhas.
Consciente de que se tratava de uma questão totalmente fútil, eu me preocupava com a possibilidade de ficar grisalha antes da hora.
— Faça uma anotação para mim, Eadlyn. Lembre-me de escrever ao governador de Zuni, Harpen. Ah, e escreva que a carta é para Joshua Harpen, não para o pai dele. Sempre esqueço que foi ele quem concorreu nas últimas eleições.
Anotei as instruções com minha elegante letra cursiva, pensando em como meu pai ficaria satisfeito ao vê-la mais tarde. Ele costumava pegar muito no meu pé por causa da minha caligrafia.
Sorrindo comigo mesma, me voltei para meu pai, mas logo desanimei ao vê-lo coçar a cabeça, tentando desesperadamente encontrar uma solução para aqueles problemas.
— Pai?
Ele se virou para mim e, por instinto, endireitou os ombros, como se precisasse assumir uma postura forte mesmo diante de mim.
— Por que você acha que isso está acontecendo? Não foi sempre assim.
Ele arqueou as sobrancelhas e começou a responder:
— Com certeza não — disse, quase para si mesmo. — No começo, todos pareciam contentes. Cada vez que removíamos uma casta, as pessoas festejavam. Apenas nos últimos anos, depois que todos os rótulos foram oficialmente apagados, as coisas saíram do controle.
Ele voltou a olhar pela janela antes de prosseguir:
— Só consigo pensar em uma coisa: quem cresceu com as castas tem consciência de que o que temos agora é melhor. Em comparação, é mais fácil casar ou trabalhar. A renda de uma família não provém de apenas uma profissão. Há mais opções quando se trata de educação. Mas aqueles que estão crescendo sem as castas e ainda enfrentam obstáculos… Acho que não sabem o que mais podem fazer.
Meu pai então olhou para mim e deu de ombros.
— Preciso de um tempo — murmurou. — Preciso dar um jeito de pausar os acontecimentos, resolver essa situação e então dar sequência ao governo.
Notei um sulco profundo em sua testa.
— Pai, não acho que isso seja possível.
Ele achou graça.
— Já fizemos isso antes. Eu lembro…
O foco de seu olhar mudou. Ele me observou por um momento. Parecia me fazer uma pergunta sem palavras.
— Pai?
— Sim?
— Você está bem?
Ele piscou algumas vezes antes de falar:
— Sim, querida, muito bem. Por que você não vai trabalhar naqueles cortes orçamentários? Podemos repassar suas ideias hoje à tarde. Preciso conversar com sua mãe.
— Claro.
Talento para matemática não era algo natural para mim. Por isso, eu levava o dobro do tempo para fazer cortes no orçamento e planejamentos financeiros. Mas também recusava veementemente que um dos conselheiros de meu pai ficasse atrás de mim com uma calculadora, tentando consertar minha bagunça. Ainda que precisasse passar a noite em claro, sempre garantia que meu trabalho estivesse correto.
Claro, Ahren era naturalmente bom em matemática, mas ninguém nunca o obrigava a aturar reuniões de orçamento, rezoneamento ou serviços de saúde. Ele sempre escapava ileso por causa daqueles malditos sete minutos.
Meu pai me deu um tapinha no ombro antes de sair do escritório às pressas. Levei mais tempo que o normal para me concentrar nos números. Não conseguia parar de pensar em sua expressão e estava certa de que tinha alguma coisa a ver comigo.

Iai? Vocês também estão surtando por ter que esperar até o dia 5 pra ler o resto? Mas vamos respirar fundo, contar até 10 que tá chegando!!!

A segunda novidade é...


Isso mesmo galerinha, nossas preces foram ouvidas e uma das séries mais lindas vai virar filme! Como que faz pra acalmar o coração? Vai ser difícil esperar, mas vamos ser fortes! 

Os direitos de adaptação dos livros foram comprados pela Warner Bros. O time de produtores inclui Denise DiNovi & Alison Greenspan (Se eu ficarEdward Mãos de TesouraAmor a toda provaGolpe duplo) e Pouya Shahbazian (DivergenteInsurgente). O roteiro será escrito por Katie Lovejoy. Essas são as únicas informação que tenho! Quando eu souber de mais algo, falo aqui pra vocês, tá?

É isso! Espero que tenham gostado! 
Beijinhos de luz... 



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Série: Forever.

Oioi gente!

Dei mais uma sumida, né? O pior é que dessa vez não tenho uma explicação muito boa, mas enfim... vamos falar do que realmente importa, o assunto do post! Hoje venho falar sobre uma série que eu começei a assistir desde o início e que eu AMEI desde os primeiros segundos: Forever!


Desenvolvida por: Matt Miller.
Exibida pela: ABC, todas as terças, às 22h. (No Brasil, é transmitida pela Warner).
Temporadas: Está terminando a primeira! 
Estima-se: Tudo indica que será renovada para a segunda, mas ainda não é certeza. Vamos cruzar os dedos e rezar!  
Artistas principais: Ioan Gruffudd (Henry Morgan), Alana de la Garza (Jo Martinez), Joel David Moore (Lucas Wahl), Judd Hirsch (Abe), Donnie Keshawarz (Mike Hanson), entre outros.


Sinopse: Dr. Henry Morgan é um médico legista de Nova York, que estuda os mortos para casos criminais, e para resolver o mistério da sua imortalidade. Henry teve a sua "primeira morte" há 200 anos, enquanto trabalhava como médico no comércio de escravos africanos, ao morrer, ele desaparece quase que imediatamente, e sempre retorna à vida nu em um rio, mantendo também sua aparência de 35 anos. Sua longa vida deu-lhe amplo conhecimento e habilidades de observação notáveis ​​que impressionam a maioria das pessoas que encontra, incluindo a detetive Jo Martinez . Flashbacks aparecem constantemente retratando acontecimentos de outras vidas de Morgan. 

Bom, a sinopse é bem clara. Henry Morgan, um homem britânico muito lindo e charmoso, que tem um sotaque MUITO marcante, é imortal. Ele tem uma idade que gira em torno de 200 anos; teve uma esposa, Abigail, que não era imortal e que conheceu durante a segunda guerra mundial e agora é um médico legista em New York. Lá, ele trabalha com o Lucas, seu parceiro no laboratório, com a Jo, a detetive, e Mike, parceiro da Jo. Sua primeira e amaldiçoada morte foi feita em um navio negreiro. Ele mora com Abe, até então um amigo que sabe de sua maldição.

Já no primeiro episódio, você tem uma revelação muito marcante e que eu chorei quando descobri. Tipo, muito. Não vou falar aqui por quê se não perde toda a graça. Mas preparem os lencinhos. 

Eu ADORO o modo como ele trabalha. Por ter mais de 200 anos, Henry aprendeu a ter um senso de observação extremo, e é muito legal como ele olha cada detalhe de cada lugar e/ou pessoa, como por exemplo, se um mulher estiver com as unhas sem estarem feitas e o cabelo sujo, quer dizer que não teve tempo e que... enfim, ele começa a gerar toda a história da pessoa através de detalhes ínfimos e isso é espetacular! (Essa história que eu falei e que foi altamente ridícula não acontece na série tá? Por isso que é ridícula.)

Essa série é tipo um CSI; em cada episódio tem um caso para descobrir, mas também tem a sua parte da história que continua e que não falarei aqui por quê será spoiler. Nossa, to sentindo que não estou falando absolutamente nada sobre a série... mas é porque todas as coisas que estou omitindo são coisas muito legais e que me marcaram quando eu assisti, e eu não quero acabar com a emoção da descoberta de vocês.

Agora, vamos falar de uma parte que todo mundo gosta: o shippe! Gente, eu amo tanto o Henry com a Jo, que óh... sem comentários! Esse é o meu shippe dessa série. Qual o de vocês? E nesses últimos episódios eu ando arrancando meus cabelos com esses dois, Henry principalmente... Ele é tão ligado para umas coisa mas pra outras... Eita homem lesado. 

Bom, esse é o máximo que posso falar sobre Forever sem soltar um spoiler. Sei que não ficou a resenha mais legal e que mais te impulsionou a assistir a série, mas sério... ASSISTAM! Vocês não vão se arrepender! Prometo. 

Vamos ver o trailer e, se você não ficar tentado a assistir depois de vê-lo, enfim... Assistam do mesmo jeito porque o melhor ainda está por vir! E ainda está na primeira temporada, então muito bom para acompanhar!


- Para assistir Forever online, clique AQUI (Redireciona para MegaFilmesHD).

É isso, espero que tenham gostado do post e assistam Forever! Depois venham surtar comigo!
Beijinhos de luz,